domingo, 8 de setembro de 2013

AO SOM DO ACORDEÃO

É fim de tarde neste final de verão. Tudo repousa neste domigo tranquilo. Ouço um acordeão murmurando saudades e sofrimento, enquanto passa um carro pouco apressado. O Tejo desliza suavemente passando as pontes, procurando o mar, na ânsia disfarçada de encontrar novas aventuras.
No poente vão arrefecendo os laranjas dos últimos raios solares e o vento aguarda sinais da lua para aparecer. Perco-me no voo rasante de um pombo que passa entre os prédios e deixo-me ir por entre a nuvem cheia de solidão que mora por cima da minha janela.

REGRESSO EM TEMPO DE VERÃO

  Olá, minha terra querida, Olá, minha serra e amigos! Voltei a esta bela vila, P’ra reviver tempos queridos. O fim de semana promete, Há fe...